A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período
colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma
festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos
escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e
as escolas de samba. A Igreja Católica buscou então enquadrar tais
comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas
passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja
pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus
excessos, antes do período da severidade religiosa.
Durante
os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a
agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e
campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos
vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá
habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens
das casas.
Durante
o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte,
teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença,
canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com
carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta,
uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três
pontas e uma máscara branca.
A
história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das
primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem
portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os
cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés,
frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural
carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também
foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.


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